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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

CCN-SR: Capítulo Final - Garantindo o Futuro

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(Confusões de uma Colegial e seu Namorado-Servo Robô)




Aaaah... Quanto tempo já se passou? Quatro anos? É, isso mesmo. Quatro anos desde o evento. A batalha final. O Anônimo, o robô e a bruxa. As coisas andam melhores desde aquele dia que parecia não acabar mais. Lembro de como a cidade estava naquele momento. Um estrago só. Crateras para todos os lados, prédios partidos ao meio, desabados. Os cidadãos correndo assustados. Os drogados  saiam das tocaias para se salvarem, ladrões largavam a mercadoria, zelando por suas vidas. Fogo. Explosões. E enquanto todo esse caos rolava, Eu, Diana, Thiago e Zmaj enfrentávamos o male. Quase achei que não sobreviveríamos, mas como sempre, o robô salvou a todos no final. Pensávamos tudo ter acabado ao derrotarmos a Ninfa. 

O papo sobre ele ter virado uma estátua e tudo mais. Logo depois os céus tornara-se vermelhos e tempestuosos. Coisa de filme, admito. Um mago encapuzado gigante desceu esmagando o que via pela frente, soltando faíscas e tudo o que tin…

Lágrima de Osso (Por Antônio LaCarne)

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Cigarro após cigarro & cada baforada emite aquele tom degradê de recusinha, carinha de anjo mal amado sobre a superfície das coisas mais frívolas, meu Deus. Vou emancipar a tal voz que resume coração alheio, coração meu, coração quiçá teu que não me alivia, nem me reveste num casamento de aparências. Mas se eu quisesse bancar o verdadeiro anjo, eu teria uma pobre asa mirrada presa ao tempo motherfucker de putinhos aniquilando ralé versus ralé nas minhas fuças. Domingo preso ao horário transmutado, bater o ponto, os pontos. Seguir na condução enquanto jovens de quinze anos comentam namoradinhos de plantão tão lindinhos, tesudos, jovens. 
              Corro nas ruas tal & qual a imagem que o filme descreve na noite, ali na América do Norte onde jamais, oh jamais eu repousaria tranquilo. Porém a amigona de tempos árduos & resfolegantes utilizou todos os conselhos & recursos possíveis. Ela se cala, muda de assunto como quem esquece de descascar as bananas. Eu també…

'Abelha má'

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“Olha, Lucas! Uma abelha! Uma abelha!”, dizia Isabela,entusiasmada com o inseto que voava a sua frente. Parecia não saber onde pousar. A menina pulava com suas perninhas curtas. “Lucas, vem,vem!”. O menino estava jogando Mario Bros, quase zerando. “O que ela quer agora?”, pensou chateado. 
      Perdeu ao se desconcentrar com os gritos. Jogou o controle no sofá. “O que foi, Isa?”. Seus olhos miraram a abelha. Pequenina, porém mortal quando contrariada. Ficou pálido. Sua mãe havia feito um pedido simples. ‘Cuide de sua irmã’. Suas pernas não obedeceram ao comando simples. ‘Corra’. Isabela era alérgica a picadas de insetos. Deixara a porta aberta para espiar a irmãzinha no quintal. Só iria jogar uma partida.
      Se o minúsculo inseto pudesse notar a expressão no rosto de Lucas soltaria uma gargalhada (isto é, se fizesse mais do que zumbir). Não houve tempo para se ajoelhar e pedir clemência à abelha, ela não entenderia. Lucas só teve tempo de gritar. “Sai daí!”. De imediato, ela…

CCN-SR: Capítulo 11 - Será o fim?

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(Confusões de uma Colegial e seu Namorado-Servo Robô)



“No capítulo anterior: Os heróis se infiltram no mundo negativo e entram na base do Anônimo, mas são pegos por uma armadilha e separados. Agora cada um segue seu próprio caminho até o grande oponente”
Subindo as escadas apressadamente, a bruxa procurava alcançar seus companheiros. A escadaria termina. Abre-se uma porta e Diana quase é esmagada por uma pilha de limões. Escalando o monte azedo e amarelado, encontra Nicolas fugindo de um Aquaminion Unicórnio que lançava raios com seu chifre. Quanto azar considerando a quantidade de limões numa sala tão grande. Tropeçando em tudo, a feiticeira paralisou o unicórnio temporariamente e começou a brigar com o Azarado detetive. “Como alguém pode ter tanto azar?” reclamava. A criatura se soltou. O detetive correu, atirando com sua estranha arma. A bruxa distraiu o oponente com um furacão flamejante, depois saltando e caindo sobre o unicórnio, invocando cipós metálicos para prendê-lo. Num últim…